Como funciona
O peeling químico consiste na aplicação controlada de ácidos dermatológicos — como glicólico, salicílico, mandélico ou combinações entre eles — escolhidos e dosados conforme a queixa e o tipo de pele identificados na consulta avaliativa. Ao entrar em contato com a epiderme, o ácido promove uma esfoliação controlada das camadas mais superficiais, removendo células mortas acumuladas e desobstruindo os poros.
Esse processo acelera o ciclo natural de renovação celular e sinaliza à pele que produza novas células mais rapidamente, o que resulta em textura mais uniforme, poros visivelmente mais refinados e tom mais parelho. Em concentrações escolhidas para ação superficial, o peeling também estimula discretamente a produção de colágeno, sem gerar descamação intensa ou tempo de recuperação incompatível com a rotina.
Protocolo e resultados
O número de sessões, o tipo de ácido e a concentração ideal são definidos individualmente na consulta avaliativa, já que cada pele responde de forma diferente conforme sensibilidade, fototipo e objetivo. De modo geral, o protocolo mais indicado envolve de 4 a 6 sessões, com intervalo de 15 a 21 dias entre elas, permitindo que a pele se renove por completo antes da aplicação seguinte.
Os primeiros efeitos — luminosidade e textura mais lisa — costumam ser percebidos já nas primeiras aplicações, com o resultado se aprofundando ao longo do protocolo. Por ser um procedimento seguro, natural e sem cortes, o peeling químico proporciona resultado duradouro quando mantido com sessões periódicas, sempre com acompanhamento da equipe qualificada do Instituto Splendore.